
Olhando a vida corrida e sempre muito badalada fica complicado perceber o quão frágil e humana sou. Talvez pelo medo de mostrar essa humanindade, as pessoas tornam-se descoladas ao extremo, loucas ao extremo, artificiais ao extremo.
Prefiro uma verdade dura e sofredora à uma mentira leve que daqui um tempo vai me levar pro buraco. Prefiro sofrer pela delicia de ser quem sou à inventar um personagem que não resitirá aos foras que a vida trará.
Prefiro ser essa chatura em pessoa, essa meninamulher, prefiro ser Marina! Com minha irritante perfeição, com meus chiliques e TOC's, com os amigos mais lindos e o amor mais complicado (idiota).